![]() |
Blog de Tecnologias Assistidas | |||||||||
|
Referências: Mesa-redonda: Tecnologia assistida para inclusão, Jean André Michalaros Carlos Rego -http://www.pcd.pt/noticias/ver.php?id=5605 http://www.prodam.sp.gov.br/acess/newbanc2.asp?noticias=144 – acessado em18/04/07 http://www.cedionline.com.br/artigo_ta.html Relatório Do I Encontro Estadual Dos Direitos Das Pessoas Com Deficiência – Alagoas _03 de abril de 2006. Escrito por Mª Ivete às 23h13 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Desenho Universal O Decreto N° 5.296 traz outro conceito importante que é o “Desenho Universal” considerado neste documento legal como: “concepção de espaços, artefatos e produtos que visam atender simultaneamente todas as pessoas, com diferentes características antropométricas e sensoriais, de forma autônoma, segura e confortável, constituindo-se nos elementos ou soluções que compõem a acessibilidade”. Acreditamos que este importante conceito do desenho universal, que contempla a realidade da diversidade humana, deva estar presente na formação das nossas engenharias de edificações e de produtos. Desta forma, não precisaríamos investir em reformas e adaptações para atender a um grupo específico de pessoas, mas novos ambientes e produtos seriam originalmente criados buscando atender a todos, independente de sua idade, tamanho, condição física ou sensorial. O desenvolvimento de softwares educacionais, por exemplo, deveria prever que em um determinado grupo de alunos existam habilidades sensoriais e motoras diversas, portanto, para que este “produto” possa ser utilizado por todos, as opções de acessibilidade (como o leitor de texto, o teclado virtual com varredura visual ou auditiva, a varredura automática na tela etc) deveriam, originalmente, fazer parte do “programa”, sendo ativados de acordo com a necessidade do usuário. Um aluno cego ou outro, com impossibilidade de utilizar teclado ou mouse, poderiam então, de forma independente, utilizar o mesmo software que os demais colegas, no contexto da escola comum. Talvez não seja possível obrigar as indústrias a desenvolverem seus produtos com base no conceito do Desenho Universal, no entanto, o mercado pode regular e instigar o interesse destas indústrias a pesquisar e desenvolver produtos acessíveis, quando, por exemplo, uma rede pública de educação colocar como exigência para compra, que o software educacional, que será distribuído às escolas, tenha acessibilidade. Para concluir esta reflexão sobre o desenho universal citamos a “Carta do Rio” elaborada em dezembro de 2004, na Conferência Internacional sobre Desenho Universal “Projetando para o Século XXI”, por um grupo de representantes de ONG’s e de diversos setores da sociedade civil, provenientes dos países da América Latina: “O propósito do desenho universal é atender às necessidades e viabilizar a participação social e o acesso aos bens e serviços a maior gama possível de usuários, contribuindo para a inclusão das pessoas que estão impedidas de interagir na sociedade e para o seu desenvolvimento. Exemplos destes grupos excluídos são: as pessoas pobres, as pessoas marginalizadas por sua condição cultural, racial, étnica, pessoas com diferentes tipos de deficiência, pessoas muito obesas e mulheres grávidas, pessoas muito altas ou muito baixas, inclusive crianças, e outras, que por diferentes razões são também excluídas da participação social”. Escrito por Mª Ivete às 23h13 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E A TA Em documentos oficiais da legislação brasileira, como já referido, encontramos o termo "Ajudas Técnicas" e, pela lista de recursos que aparecem garantidos aos cidadãos brasileiros com deficiência, conforme o Dec. 3.298, o seu entendimento corresponde à descrição da Tecnologia Assistiva, no que diz respeito a Recursos. A nossa legislação não fala em “Serviços” de “Ajudas Técnicas” e estes parecem estar subentendidos quando da garantia de atendimento de habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência. A ausência de “Serviços de Ajudas Técnicas” dentro do conceito ou como constituição das “Ajudas Técnicas” como consta em nossa legislação, implica numa apropriação desta prática unicamente pela área da saúde/reabilitação. Isto, pode ter um efeito negativo, pois se entende que os serviços são de cunho interdisciplinar, podendo envolver também os profissionais de outras áreas, como os da educação, do serviço social ou os da engenharia, não sendo exclusivos da saúde ou reabilitação. Entendemos que a partir de um diagnóstico constatando a condição de deficiência e fazendo a indicação do uso da TA (este sim emitido por profissionais da área da saúde), a pessoa com deficiência deveria ter garantido o acesso aos recursos e a serviços que venham promover o seu melhor grau de independência funcional, tendo em vista sua inclusão em todos os âmbitos de relações possíveis. Estes serviços envolveriam profissionais de várias áreas do conhecimento, a depender da modalidade específica de recursos de TA que se pretenda obter. No final deste artigo encontram-se 2 anexos que fazem parte da legislação brasileira e se referem às garantias de recursos de TA (Ajudas Técnicas) e de serviços de reabilitação, destinados à melhora da condição funcional de pessoas com deficiência. Trata-se do Decreto 3.298 e do Decreto N° 5.296. Escrito por Mª Ivete às 23h12 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] LEI LATINO-AMERICANA A Organização da Nações Unidas (ONU) escolheu 1981 como o Ano Internacional das Pessoas Deficientes. No ano seguinte, foi aprovado o Programa de Ação Mundial para as Pessoas com Deficiência, que tinha como objetivo 'promover medidas eficazes para a prevenção da deficiência e para a reabilitação e a realização dos objetivos de igualdade e de participação plena das pessoas com deficiências na vida social e no desenvolvimento'. Vinte anos depois, a situação dos deficientes no Brasil, signatário das decisões da ONU, pouco mudou. Do total de deficientes, apenas 4,8 milhões recebem algum atendimento médico e na área de saúde falta trabalho de prevenção.
Escrito por Mª Ivete às 23h12 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] O QUE DIZ A LEGISLAÇÃO – A Constituição Federal de 1988 garantiu os direitos das pessoas portadoras de deficiências, nos mais diferentes campos e aspectos. Outros instrumentos legais garantem e regulamentam a assistência a essa população, destacando-se, as Leis N. º 7.853/89 e N. º 8.080/90 – chamada Lei Orgânica da Saúde, bem como o Decreto N. º 3298/99.
Escrito por Mª Ivete às 23h11 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] AUXILIO AS DEFICIÊNCIAS ASSISTIVAS A comunicação não é somente a chave de entrada para a comunidade. Comunicar significa compartilhar, fazer comuns pensamentos, sentimentos, idéias. Pessoas que têm dificuldades de se manifestar, pela escrita ou pela fala, são freqüentemente desligadas ou jogadas à margem dessa comunidade. Há necessidade de se criar tecnologia aplicada à comunicação alternativa específica para portadores de deficiências grave de origem facilitam ao portador de deficiências graves, de origem neomotora, transmitir mensagens que insira ao mundo em que vive. Em tecnologia aplicada à comunicação alternativa está o computador como equipamento fundamental para tornar esse sonho possível . Apesar de que no Brasil é escassa a utilização dos métodos alternativos de comunicação, queremos buscar na pesquisa de leis que venham facilitar a aquisição destes equipamentos para este fim. Além da comunicação, o deficiente necessita para inclusão de modos de locomoção que venha facilitar o ir e vir, a fim de que possa usufruir do direito de cidadão. Sabendo-se que equipamentos adaptados para deficiência assistiva são extremamente caros. Pessoas portadoras de deficiência que possuem condições econômicas para adquiri-los, podem se render ao mercado, em busca do equipamento apropriado à sua necessidade, enquanto que grande parte destes não possui as mesmas condições e por isso ficam excluídos da comunicação e/ou da locomoção, isolando-se da sociedade, ficando enclausurados em seus lares. É função do estado investir em pesquisa nas universidades e também em facilitar a fabricação deste equipamento. Escrito por Mª Ivete às 23h11 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Questões iniciais (dúvidas): estão sublinhadas em amarelo. Aprendizagem: está especificado na resposta às duvidas. Escrito por Mª Ivete às 20h12 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] EsEste blog tem como finalidade levar ao conhecimento de todos um pouco sobre as TECNOLOGIAS ASSISTIDAS.
Definição: Tecnologia Assistiva - todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover Vida Independente e Inclusão. Auxílio que promoverá a ampliação de uma habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização da função desejada e que se encontra impedida por circunstância de deficiência ou pelo envelhecimento. Como essas tecnologias contribuem? Proporcionando à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado e trabalho.
Fonte: As informações acima foram todas retiradas do texto de Rita Bersch - CEDI – Centro Especializado em desenvolvimento Infantil – Porto Alegre – RS – 2005 Texto integral retirado de www.eproinfo.mec.gov.br/ disponível na biblioteca do site do curso de Especialização em Tecnologia da Informação e Comunicação na Promoção da Aprendizagem Escrito por basniak2000 às 23h37 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Quais tecnologias assistidas existem? Quais tecnologias contribuem com quais deficiências? Inúmeras, podem ser classificadas em: · Recursos: envolvem os equipamentos. Serviços: tudo o que auxilia diretamente uma pessoa com deficiência. Envolvem profissionais das mais diversas áreas: terapia ocupacional, fisioterapia, fonoaudiologia, educação, psicologia, enfermagem, medicina, engenharia, arquitetura, design e técnicos de muitas outras especialidades. Pode ser dividida em categorias, sendo que determinadas categorias podem contribuir para auxiliar pessoas com diferentes necessidades. Auxílios para a vida diária e vida prática: materiais e produtos que favorecem desempenho autônomo e independente em tarefas rotineiras ou facilitam o cuidado de pessoas em situação de dependência de auxílio, nas atividades como se alimentar, cozinhar, vestir-se, tomar banho e executar necessidades pessoais. Exemplos: talheres modificados, suportes para utensílios domésticos, roupas desenhadas para facilitar o vestir e despir, abotoadores, velcro, recursos para transferência, barras de apoio, etc. Comunicação Aumentativa e Alternativa Tem como objetivo atender pessoas sem fala ou escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade em falar e/ou escrever. Exemplos: recursos como as pranchas de comunicação, computador com softwares específicos.
Recursos de acessibilidade ao computador Conjunto de hardware e software especialmente idealizado para tornar o computador acessível, no sentido de que possa ser utilizado por pessoas com privações sensoriais e motoras. Exemplos: Equipamentos de entrada: teclados modificados, teclados virtuais com varredura, mouses especiais e acionadores diversos, softwares de reconhecimento de voz, escâner, ponteiras de cabeça por luz entre outros. Equipamentos de saída: síntese de voz, monitores especiais, os softwares leitores de texto (OCR), impressoras braile e o linha braile.
Sistemas de controle de ambiente Exemplos: Através de um controle remoto, as pessoas com limitações motoras, podem ligar, desligar e ajustar aparelhos eletro-eletrônicos como a luz, o som, televisores, ventiladores, executar a abertura e fechamento de portas e janelas, receber e fazer chamadas telefônicas, acionar sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores. Fonte: As informações acima foram todas retiradas do texto de Rita Bersch - CEDI – Centro Especializado em desenvolvimento Infantil – Porto Alegre – RS – 2005 Texto integral retirado de www.eproinfo.mec.gov.br/ disponível na biblioteca do site do curso de Especialização em Tecnologia da Informação e Comunicação na Promoção da Aprendizagem Escrito por basniak2000 às 23h35 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Quais tecnologias assistidas existem? Quais tecnologias contribuem com quais deficiências?
Projetos arquitetônicos para acessibilidade Adaptações estruturais e reformas na casa e/ou ambiente de trabalho, através de rampas, elevadores, adaptações em banheiros entre outras, que retiram ou reduzem as barreiras físicas. Órteses e próteses Próteses são peças artificiais que substituem partes ausentes do corpo. Órteses são colocadas junto a um segmento corpo, garantindo-lhe um melhor posicionamento, estabilização e/ou função. Adequação Postural
Auxílios de mobilidade A mobilidade pode ser auxiliada por bengalas, muletas, andadores, carrinhos, cadeiras de rodas manuais ou elétricas, scooters e qualquer outro veículo ou equipamento ou estratégia utilizada na melhoria da mobilidade pessoal. Um exemplo de estratégia seria a colocação de pistas sensoriais facilitando a identificação do lugar, dentro de um espaço controlado como a casa, escola ou trabalho. Auxílios para cegos ou para pessoas com visão sub-normal Equipamentos que visam a independência das pessoas com deficiência visual na realização de tarefas. Exemplos: lentes, lupas e telelupas; os softwares leitores de tela, leitores de texto, ampliadores de tela; os hardwares como as impressoras braile, lupas eletrônicas, linha braile - dispositivo saída de computador com agulhas táteis, agendas eletrônicas. Auxílios para surdos ou com déficit auditivo Auxílios que inclui vários equipamentos (infravermelho, FM), aparelhos para surdez, telefones com teclado - teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil-visual, entre outros. Adaptações em veículos Acessórios e adaptações que possibilitam uma pessoa com deficiência física dirigir um automóvel, facilitadores de embarque e desembarque como elevadores para cadeiras de rodas (utilizados nos carros particulares ou de transporte coletivo), rampas para cadeiras de rodas, serviços de auto- escola para pessoas com deficiência. Fonte: As informações acima foram todas retiradas do texto de Rita Bersch - CEDI – Centro Especializado em desenvolvimento Infantil – Porto Alegre – RS – 2005 Texto integral e imagens retirado de www.eproinfo.mec.gov.br/ disponível na biblioteca do site do curso de Especialização em Tecnologia da Informação e Comunicação na Promoção da Aprendizagem Escrito por basniak2000 às 23h32 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Segue abaixo indicação de leituras para aqueles que interessarem-se pelo tema. Junto a indicação segue o link da página que contém o texto, ou do blog. Blog que resume e complementa o que foi citado acima. http://funcionalidade.blogspot.com/2007/02/tecnologias-assistidas.html Educando o Cidadão do Século XXI: Novas Necessidades e Novas Ferramentas
O texto pode ser lido no endereço: http://www.microsoft.com/brasil/educacao/educador/seculo21/educando2.mspx Blog de alunos especiais http://educacaointerativa.blogspot.com/ NOTÍCIA: Acessibilidade será problema de todos com a idade http://www.stf.gov.br/sijed/noticia.asp?seqNoticia=222466 Site da fundação catarinense de educação especial mostra inúmeros recursos que existem atualmente dentro das tecnologias assistidas. Escrito por basniak2000 às 23h25 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
|||||||||
![]() | ||||||||||